Estudos recentes, como por exemplo, o conduzido numa parceria entre a PUC-SP, Duke University (EUA), Clínica Grosshadern (Alemanha) e a Universidade de Haifa (Israel) apontam que os relacionamentos íntimos, que são desenvolvidos em família, são o eixo principal da vida adulta e diz ainda que a qualidade destes relacionamentos está direta e intensamente ligada não só na saúde mental, como também à saúde física, tendo reflexos até sobre a vida profissional de homens e mulheres.
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Uma pesquisa realizada na Universidade Federal de São Paulo e divulgada no Caderno de Pós-Graduação em Distúrbios do Desenvolvimento em 2017, mostra que as famílias de crianças portadoras de Transtorno do Espectro Autista (TEA) sofrem considerável impacto na sua dinâmica, o que exige que façam diversos ajustes para poderem conviver com tal realidade. A característica crônica do TEA e a demanda por diversos cuidados sobrecarregam os familiares e aumenta sobremaneira seu nível de estresse. (Pereira, Bordini & Zappitelli 2017)
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A família é a instituição social onde a criança recebe as primeiras referências de sua formação, parte de sua personalidade, onde há vínculo cultural que permite a formação moldada dos preceitos que ela pratica, desempenhando assim, um papel importante quanto à essência de cada um e como se comportará em sociedade com suas práticas maternas. É na família que temos a maior segurança, apoio, tristezas, alegrias, sonhos… e na escola há o desenvolvimento de toda essa bagagem através da integração social onde a criança aprende a respeitar, compartilhar, interagir etc.
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Você está em um excepcional momento para solucionar dificuldades existentes em sua casa e diante de uma extraordinária oportunidade de proporcionar para seus filhos dias que marcarão suas vidas para sempre (especialmente para aqueles que tem filhos pequenos). Aproveite para ressaltar as caracte- rísticas boas que os membros da sua família possuem e evite as críticas, ainda que justificadas; seja grato pelas mínimas atividades realizadas; abrace seus filhos com frequência e diga que os ama; aproveitem para dormir abraçados; lembrem e relatem para as crianças os fatos engraçados de quando eram pequenos; vejam as fotos de família e amigos (agora sendo digitais, temos muita foto guardada); cantem juntos (meu filho tirou nosso violão dos guardados – não tínhamos tempo para tocar – e já começamos a tocar novamente); vejam vídeos de mensagens de esperança e fé (no Youtube tem vários). Faça um bolo e envie para seus vizinhos de baixo, pela janela, usando uma bolsinha com corda e receba de volta outro quitute. A lista de possibilidades é muito grande.
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“Queridos pais.
“Preciso conversar com vocês, porque estou observando tudo que está acontecendo e não entendendo muito bem. Isso me deixa ansioso e com medo. Por isso escrevi.
Sabe, eu até que estou gostando disso. Apesar de não estar indo para a escola, não poder ver meus amiguinhos e brincar com eles, eu estou passando muito, muuuiiito tempo junto com vocês. Eu sempre sonhei com isso, mas não conseguia porque vocês estavam sempre fora de casa trabalhando.”
Esta é uma estória fictícia a respeito dos muitos pequeninos Will’s e seus pais pelo mundo afora.
Creio que seja do conhecimento de todos que as questões de violência doméstica aumentaram de forma drástica em todo o mundo. Dentro desta violência está aquela cometida contra as crianças e adolescentes, que já vinha crescendo absurdamente nos últimos tempos.
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O famoso brasileiro Rui Barbosa, escritor, filólogo, jornalista, tradutor, orador, dentre outras qualificações, escreveu que “A família é a célula mater da sociedade”. É na família que tudo se inicia. Para termos uma construção saudável precisamos ter uma base sólida. Uma casa construída sabre a areia terá muito menos condições de permanecer erguida do que aquela que for estabelecida sobre uma rocha firme.
Cada família tem seu jeito de educar, e o faz de acordo com os princípios/valores nos quais acredita e espera que estes sejam adotados por seus filhos ao longo da vida. O conjunto das práticas educativas ou as atitudes utilizadas pelos pais/cuidadores com o objetivo de educar, socializar e controlar os comportamentos dos seus filhos é conhecido com estilo parental (GOMIDE ,2017).
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Nosso cérebro tem a capacidade de captar as informações a que somos submetidos o tempo todo. Contudo, seria completamente inviável guardarmos exatamente tudo em nossa memória. O cérebro é um órgão fantástico e guarda aquilo que é importante para nós. Mas aqui reside uma pergunta intrigante: o que significa “importante” para nós? Esta pergunta será respondida mais tarde.
Primeiramente é necessário entender como é o processo de percepção e armazenamento das informações em nossa “cachola”, como muitos chamam o cérebro.
Tomamos consciência do mundo à nossa volta através do processamento das informações com as quais lidamos diariamente, vindas dos órgãos dos sentidos (tato, visão, audição, gustação e olfato). Depois de processar estas informações, uma poderosa central de comando (o cérebro) emite respostas voluntárias ou involuntárias, que nos fazem interagir com o ambiente ou não.
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EFEITOS DA QUARENTENA – DEPRESSÃO
Um importante estudo, publicado em janeiro de 2021 pelo International Journal of Clinical and Health Psychology – Spain (Jornal Internacional de Psicologia Clínica e da Saúde – Espanha), que analisou 12 pesquisas sobre depressão, mostra que sua incidência durante a pandemia provocada pelo Covid-19 pode ser até 7 (sete) vezes maior do que nos períodos sem pandemia. Informa ainda que os altos níveis de depressão atingidos, por exemplo no Canadá, foram alcançados devido aos níveis elevados de incerteza causados pelos bloqueios implanta- dos no país.
Relata ainda que diante de fatos incontroláveis como estes, a sensação de desamparo e consequente falta de motivação aumentam significativa- mente. As pessoas, portanto, quando são afetadas emocionalmente ficam mais resistentes a procurar apoio, seja para as demandas físicas ou psicológicas. Desta forma a depressão, uma vez instalada, pode se converter em importante obstáculo para os indivíduos procurarem a ajuda de profissionais da saúde mental durante períodos de pandemias.
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ESTÁ CEHGANDO O NATAL – VO NATAL PELO MUNDO
O período do ano onde celebramos o Natal mobiliza praticamente todas as famílias da terra em torno desta data tão memorável. Cada lugar do mundo tem seu prório jeito de comemorar.
As pessoas se aberem aos sentimentos fraternos, a generosidade aumenta e as manifestações de afeto e carinho podem ser percebidas em todo o globo terrestre.
Mas o que muitos não conseguem perceber é que “natal” é a representação de algo novo que está nascendo e celebrar o natal é celebrar a chegada deste “novo”, desta “novidade”.
O Natal que todos celebramos relembra o nsacimento do Senhor Jesus Cristo.
Bem, se celebrar o que é novo gera tantos sentimentos bons, porque não celebrar tudo de bom que nos acontecer ao longo da vida, inspirados por podermos celebrar o Natal de Jesus Cristo?
Nesta edição quero te mostrar algumas celebrações que nossa família viveu e ainda a importância de estarmos sempre celebrando o que de bom nos acontece.
Você pode ter um “natal” todos os dias.
Boa leitura.
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A FAMÍLIA SEMPRE SERÁ UM
LUGAR DE SER-HUMANO
Os meios de comunicação atuais têm conexão direta com a forma como as pessoas se relacionam. É inegável que as distâncias entre as pessoas têm se acentuado devido a inúmeros fatores, dentre eles as questões socioeconômicas, que demandam muito esforço/tempo de trabalho para se garantir uma boa sobrevivência.
É irônico perceber que quanto mais o mundo está povoado, ao invés de as pessoas estarem mais próximas umas das outras, estão cada vez mais distantes.
A tecnologia é uma ferramenta que tem gerado imensuráveis benefícios para a humanidade em praticamente todas as áreas.
Contudo, no tocante ao relacionamento humano, em especial no que se refere à saúde emocional, percebemos que parte da tecnologia hoje disponível tem colaborado para o aumento e agravamento desta área do ser humano.
Com o crescente desenvolvimento da robótica, esta tecnologia não se restringe mais aos ambientes laborais, como fábricas, por exemplo, mas já alcançaram muitas residências mundo afora.
Nesta edição trago uma breve reflexão sobre este tema, pois todo ser humano nunca será um robô.
Será que os robôs um dia poderão se tornar como os humanos?
Vem conosco e boa leitura.
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COMO SERÁ O FUTURO DAS
NOSSAS CRIANÇAS?
A sociedade está sendo submetida a vários fatores significativos que nos fazem refletir sobre como se dará o desenvolvimento humano em meio a tal turbilhão de acontecimentos.
As pessoas deste tempo estão sobrecarregadas de atividades, estudos, trabalhos e ainda bastante ocupadas procurando se inteirar do que está acontecendo ao seu redor e também ao redor do mundo (devemos admitir que o mundo agora se tornou como o quintal da nossa casa).
Uma grande quentão da qual não podemos fugir é:
E as crianças de hoje, como se desenvolverão? Como será o futuro das nossas crianças?
Nesta edição estaremos refletindo sobre este assunto.
Vem conosco e boa leitura.
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ANO 3 – Nº 11
VER PARA POSSUIR
Ter a responsabilidade de educar uma criança ou mesmo de conduzir uma família gera, muitas vezes, pânico, angústia e pode produzir consequências indesejáveis. Mas também produz alegria, paz, segurança.
Sabemos que a modernidade, o avanço tecnológico, a mudança no perfil de relacionamento entre as gerações, a escassez de tempo, a sobrecarga de trabalho, os valores ideológicos, morais, espirituais, familiares e de cidadania difundidos na atualidade tem gerado grandes transtornos e deixado como saldo resultados que não gostaríamos de ter.
É comum encontrarmos pessoas, e muitas vezes até nós mesmos, paralisadas, indecisas, inseguras, inconformadas com o que estão vivendo, obtendo resultados muito aquém daquilo que desejariam e poderiam obter.
Só iremos conquistar aquilo que vermos e almejarmos. Caso contrário não será conquista, será acaso. A chave para virarmos o “jogo” é OLHAR para VER. Se não vermos, não vamos possuir.
Nesta edição estaremos refletindo sobre este assunto.
Vem conosco e boa leitura.
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DOR – UM SINAL PARA A VIDA
As dores, normalmente, despertam em nós um sentimento de bravura e nos fazem lutar incessantemente para vencê-las.
Contudo, há dores que não são necessariamente ruins.
Muitas vezes onde está a nossa maior dor, estará também o nosso maior potencial de vitória.
A Agência Americana de Pesquisa e Qualidade em Saúde Pública e a Sociedade Americana de Dor descrevem a dor como o quinto sinal vital que deve sempre ser registrado ao mesmo tempo em que também são avaliados os outros sinais vitais, quais sejam: temperatura, pulso, respiração e pressão arterial.
Descubra nesta edição algumas dicas para serem seguidas ao enfrentar suas dores.
Vem conosco e boa leitura!
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TÍPIA OU aTÍPICA – QUAL É O SEU TIPO?
Há muito tempo, sinto-me incomodado com o termo “Família Atípica”, ou mesmo “Criança Atípica”.
Para externar meu pensamento, decidi realizar uma pesquisa para entender o que as pessoas pensam sobre ser uma família atípica. Além disso, consultei algumas inteligências artificiais e busquei referências na internet.
As respostas que obtive foram muito interessantes. De certa forma, todos apresentaram um olhar sobre o que é uma família atípica, mas praticamente ninguém conseguiu ter uma visão mais abrangente sobre o assunto.
Nossa pesquisa teve como objetivo abrir espaço para a interação e para a ampliação do conceito de família atípica.
Convido você a conferir o resultado da nossa pesquisa.
Boa leitura!
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FELICIDADE FAMILIAR – DE QUE VALE GANHAR O MUNDO
Perguntei a várias pessoas o que consideravam essencial para que uma família alcançasse a felicidade. As respostas foram impactantes e merecem ser compartilhadas.
De acordo com Tal Ben-Shahar, professor de Harvard conhecido como o “professor da felicidade”, a felicidade é alcançada ao se combinar prazer e significado, ou propósito. Segundo ele, ser feliz envolve reconhecer emoções positivas enquanto se busca viver uma vida com propósito.
Neste exemplar, apresento o resultado da pesquisa e preparei uma surpresa ao final que acredito que você vai gostar.
Embarque nesta leitura e busque encontrar a felicidade com sua família.
Participe! Deixe seu comentário sobre esta matéria.
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